Os dois tipos de alarme fazem a mesma primeira coisa: disparam uma sirene quando um sensor é acionado. A diferença real está no que acontece depois disso.
Alarme não monitorado
A sirene toca, alerta vizinhos e assusta quem estiver tentando entrar — mas a partir daí, depende de alguém notar e agir. Costuma ser suficiente sozinho em locais com bastante movimento ao redor.
Alarme com discadora
Além da sirene, a central liga automaticamente para números cadastrados (o dono do imóvel, um vizinho de confiança, um responsável). É um meio-termo: você é avisado sem depender de uma central de terceiros.
Alarme monitorado por central
Uma central de monitoramento recebe o sinal, confirma o que está acontecendo e aciona os procedimentos combinados — que podem incluir contato com o cliente, com a polícia ou com uma equipe de resposta, dependendo do serviço contratado.
Qual escolher?
Depende do imóvel, da rotina de quem mora ou trabalha nele e do quanto você quer depender de terceiros. Em muitos casos, um alarme com discadora bem configurado já resolve — em operações comerciais ou imóveis que ficam vazios por longos períodos, o monitoramento por central costuma valer mais a pena.
O importante é que a central esteja bem instalada, com sensores nos pontos certos — alarme mal posicionado gera falso alarme, e falso alarme repetido é o motivo número um de gente desligando o próprio sistema.